quinta-feira, 14 de junho de 2012


PROJETO DE APRENDIZAGEM

LEITURA ESCRITA E ALFABETIZAÇÃO



BODOQUENA – MS
MAIO / JULHO2012





PROJETO DE APRENDIZAGEM

LEITURA ESCRITA E ALFABETIZAÇÃO

                


           


BODOQUENA – MS
MAIO / JULHO2012
1.3: PROJETO INTEGRADO DE APRENDIZAGEM
ESCOLA MUNICIPAL “DR. ESCOLA MUNICIAPAL JOÃO BATISTA PACHECO” BODOQUENA-MS
PROFESSORA: MARLI PEIXOTO ARANDA
PROFESSORA: SANDRA DIAS DALEÃO
PROFESSORA : JOANA CONCEIÇÃO MONTEIRO
PROJETO: PARA O ANO DE 2012
Alunos atendidos: 1°e 2° ano do Ensino Fundamental
Período de execução: MAIO A JULHO
Turno(s): Matutino/Vespertino




PROJETO DE LEITURA
ALFABETIZAÇÃO LEITURA E ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS













BODOQUENA – MS
MAIO A JULHO 2012
TEMA
Leitura e Escrita, através de histórias infantis séries iniciais do Ensino Fundamental.

DELIMITAÇÃO DO TEMA

Este trabalho será realizado para que possa pesquisar mais sobre  a realidade da crianças que estudam na Escola da Rede Municipal de Ensino   no município de Bodoquena – MS nas Séries Iniciais. Com base nas observações feitas na Escola Municipal  João Batista Pacheco em uma turma de 1ª série dos anos iniciais do  ensino fundamental, situado na vila Antônio José Neto.


OBJETIVO GERAL

• Contribuir no processo de aprendizagem das crianças da primeira série da Escola
João Batista Pacheco a partir de histórias infantis

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer os alunos, professora e instituição para poder formular um tema específico para o projeto      de ensino inserindo as tecnologias no dia – a - dia de cada aluno.
• Identificar causas que possam ser trabalhadas na series iniciais usando historias infantis através da leitura usando as tecnologias na rede educacional de ensino.
• Analisar questões relevantes como se dá o processo de aprendizagem na alfabetização como o uso de historias infantil.
• Compreender os valores que permeiam o grupo observado no decorrer das observações.

JUSTIFICATIVA

Mesmo havendo uma distância significativa entre o comportamento da vida real e o comportamento do lúdico, a atuação no mundo imaginário e o estabelecimento de regras a serem seguidas criam uma zona de desenvolvimento proximal, na medida em que impulsionam conceitos e processos em desenvolvimento. (REGO,1995:83)
Este projeto foi feita através de observação feita na 1ª  e 2ª série do ensino fundamental na Escola municipal João Batista Pacheco sendo que as   observações Procurei manter um olhar sem julgar atos e atitudes, mas simplesmente anotar dados que me possibilitassem uma visão realista dos fatos. Sendo assim, constatei que os alunos carecem de um contato tanto de jogos quanto de histórias.
Segundo Braslavsky (1993), os jogos e histórias devem estar presentes no cotidiano escolar, pois favorece a aprendizagem através do interesse que as crianças têm pelos mesmos. Mas há que se ter em mente que as aulas sejam de acordo com seus planos e que sejam uma forma de incentivo ao aluno e que o professor tenha uma preparação antes fazendo com que o aluno se sinta motivado na aplicação da atividades em sala . Dessa maneira, será necessário trabalhar as histórias infantis com a turma observando que é um forma de despertar o gosto pela leitura, pois as histórias infantis dão um certo significado para a vida, tudo que envolve a criança e que mexe com a imaginação e desenvolve um poder de expressão bastante considerável, favorecendo inclusive a oralidade de nossos pequenos educando, que dão muita importância a tudo que envolve o lúdico e que dá prazer.
Sendo necessário levar ao conhecimento das crianças as histórias infantis, pois estas propiciam um ato imaginativo, criativo, e a própria concentração dos alunos, o que faz com que compreendam melhor certos conhecimentos e aprendam com prazer e satisfação. Tenho plena convicção de as histórias serão de extrema importância para um desenvolvimento integral das crianças, tanto cognitivo quanto afetivo.
Portanto, vou me empenhar em estudar materiais, informações, que dizem respeito às histórias infantis, para ofertar as crianças momentos de aprendizagem com muita magia e descontração. Contribuindo para a formação de indivíduos únicos, pois cada ser tem sua individualidade que deve ser respeitada, ampliando e enriquecendo as experiências dos educandos.

 METODOLOGIA

      A metodologia será desenvolvida da interdisciplinaridade que possibilita um maior dialogo entre a área do saber e o processo de ensino e aprendizagem
      Há uma troca de informações que possibilita o aprendizado e que amplia a formação dos participantes de acordo com o decorrer do projeto será apresentado vídeos de sua produções em grupo, o uso da biblioteca virtual  será realizado  na pesquisa na internet, nos sites usando as tecnologias educacionais fortalecendo o trabalho de equipe, bem com pesquisa, leituras o reconto de textos, participação dos alunos na suas produções textual de acordo com seu aprendizado no decorrer da execução do projeto  etc.

FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

¨ Mais que se aprender a ensinar a ler, há que se ler... ”(KRAMER,2001:197) Até que ponto a partir de histórias infantis, podemos contribuir no processo de aprendizagem das crianças da na 1ª e 2º da  séries iniciais da escola João Batista Pacheco.


RESIVÃO DA LITERATURA

Para silva (2005,p33) a formação do professor deve ser continua, incessante e permanente no horizonte de dois compromissos básicos um com o conhecimento e outro com a dinamização desse conhecimento unido a diferentes grupos de alunos, ou  seja, tanto do nível de conhecimento teóricos quanto no que se refere à aplicação prática de nova teorias. Ele deve ter consciência das mudanças que ocorrem como o passar do tempo e de suas conseqüências.
Para Bettelheim (1903 – 1990), nenhum tipo de leitura é tão enriquecedor e satisfatório do que os contos de fadas, pois eles ensinam sobre os problemas interiores dos seres humanos e representam soluções em qualquer sociedade. Ou seja, a fantasia ajuda a formar a personalidade e por isso não pode faltar na educação.¨(Revista Nova Escola, novembro de 2005:.54)
O professor tem um papel mediador no processo de ensino/aprendizagem, levando em conta o processo de contar histórias infantis. Sendo necessário que o educador saiba selecionar bem todo material que irá apresentar para os alunos, eliminando enredos longos e complicados, pois podem trazer enfado e desinteresse dos educandos, no momento da contação de histórias ou mesmo na leitura individual, através dessas mesmas histórias.
Os contos de fadas são excelentes matérias para serem trabalhados, pois propiciam uma ação significativa, fazendo o aluno se envolver na história e aumentar seu poder imaginativo e até mesmo sonhador, que muitas vezes acaba ficando internalizado, talvez, devido a um trabalho mal dirigido. Por isso, como futura pedagoga, deve levar em conta todas as potencialidades e também o contexto histórico social no qual o aluno está inserido.
O indivíduo é ativo em seu próprio processo de desenvolvimento:
O ato da leitura é de extrema importância tanto no ambiente escolar quanto no ambiente familiar, pois faz com que a criança se veja em um mundo de leitura e que esta faz parte de sua vida cotidiana, e não como algo distante. Por isso o educador deve propiciar momentos (muitos) que envolvam o ato da leitura, não com o objetivo de apenas decodificar o código escrito, mas principalmente, de interagir com o livro/leitura, e sentir prazer neste ato que deve ser realmente, prazeroso, tanto para quem lê quanto para quem escuta. É necessário que o professor demonstre interesse pelo livro/leitura em todos os momentos, para que sirva como exemplo para a criança, que é um imitador nato de atos e atitudes.
Paulo Freire (2001), afirma que somos leitores do mundo antes de sermos leitores da palavra. Sendo necessário que os educandos entendam que cada objeto tem um significado, ou seja, que tudo que nos rodeia tem que ter e fazer sentindo.
Portanto o processo de alfabetização deve levar em conta a realidade na qual o indivíduo está inserido, e não como mero ato de memorização de determinados objetos (soltos), que não leva ao conhecimento deste.
A alfabetização e conscientização são os dois momentos essenciais no processo educativo, momentos que tem implicações marcantes, no âmbito social e político. Para Freire o processo educativo depende essencialmente da liberdade do educando. É dessa liberdade que o educando de ser motivado para uma participação critica no processo educativo levando em á conscientizarão quanto ao significado real das situações vividas pelo educando
“Não é porque o professor ensina, que o aluno automaticamente aprende. Aprender depende muito da historia de cada aprendiz, seus interesses, de seu metabolismo inletectual” ( CAGLIARI, 1998, p. 37)


 BIBLIOGRÁFICA

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

ANDERSEN, Hans Christian. O Patinho Feio. 9ª ed. Melhoramentos.

Cachinhos Dourados. Coleção: Contos Clássicos – editora de ilustrações.

CAGLIARI, LUIZ CARLOS. Alfabetização & Ling6uística. São Paulo: Editora Scipione Ltda, 1991. 3ª edição.

CAGLIARI, LUIZ CARLOS. Alfabetizaçãosem bá-bé- bi- bó- bu. São Paulo: Scipione, 1998.

COELHO, Betty. Contar histórias uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.

COELHO, Nely Novaes. A Literatura Infantil. 4ª ed. São Paulo: Quíron,1997.

DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vygostsky: Campinas - SP, 1996.

Horas de Ouro: uma diversão maravilhosa – DE PONTO EM PONTO. EDIÇÕES
DE OURO

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam

KRAMER, Sônia. Alfabetização e Escrita. 1ª ed. São Paulo: Ática, 2001.

REGO, Tereza Cristina. Vygotsky: uma perspectiva cultural da educação. 4ª ed.  Petrópolis – RJ: Vozes, 1995.

SILVA, E. T.  da . A produção da leitura na escola. São Paulo: Atica, 2005.

VYGOTSKY, Lev.: tradução – Jeferson Luiz Camargo. Pensamento e Linguagem. 2ªed. São Paulo, 1969.

ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 2ª ed. São Paulo: Globo,
1985.

REVISTA Nova Escola/ setembro de 2005: 52 – 55.

REVISTA Nova Escola/ novembro de 2005: 59 e 60.






leitura e escrita

sexta-feira, 25 de maio de 2012

LEITURA ALFABETIZAÇÃO E ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS

1.3: Projeto Integrado de Aprendizagem
ESCOLA MUNICIPAL “DR. ESCOLA MUNICIAPAL JOÃO BATISTA PACHECO” BODOQUENA-MS 
PROFESSORA: MARLI PEIXOTO ARANDA
PROFESSORA: SANDRA DIAS DALEÃO
PROFESSORA : JOANA CONCEIÇÃO MONTEIRO
PROJETO: PARA O ANO DE 2012
Alunos atendidos: 1°e 2° ano do Ensino Fundamental
Período de execução: MAIO A JULHO
Turno(s): Matutino/Vespertino

PROJETO
 LEITURA ALFABETIZAÇÃO E ESCRITA NAS SÉRIES INICIAIS

TEMA
Leitura e Escrita, através de histórias infantis séries iniciais do Ensino Fundamental.

DELIMITAÇÃO DO TEMA

Este trabalho será realizado para que possa pesquisar mais sobre  a realidade da crianças que estudam na Escola da Rede Municipal de Ensino   no município de Bodoquena – MS nas Séries Iniciais. Com base nas observações feitas na Escola Municipal  João Batista Pacheco em uma turma de 1ª série dos anos iniciais do  ensino fundamental, situado na vila Antônio José Neto.


OBJETIVO GERAL

• Contribuir no processo de aprendizagem das crianças da primeira série da Escola
João Batista Pacheco a partir de histórias infantis







OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer os alunos, professora e instituição para poder formular um tema específico para o projeto      de ensino inserindo as tecnologias no dia de cada aluno.
• Identificar causas que possam ser trabalhadas na series iniciais usando historias infantis através da leitura usando as tecnologias na rede educacional de ensino.
• Analisar questões relevantes como se dá o processo de aprendizagem na alfabetização como o uso de historias infantil.
• Compreender os valores que permeiam o grupo observado no decorrer das observações.

JUSTIFICATIVA

Mesmo havendo uma distância significativa entre o comportamento da vida real e o comportamento do lúdico, a atuação no mundo imaginário e o estabelecimento de regras a serem seguidas criam uma zona de desenvolvimento proximal, na medida em que impulsionam conceitos e processos em desenvolvimento. (REGO,1995:83)
Este projeto foi feita através de observação feita na 1ª  e 2ª série do ensino fundamental na Escola municipal João Batista Pacheco sendo que as   observações Procurei manter um olhar sem julgar atos e atitudes, mas simplesmente anotar dados que me possibilitassem uma visão realista dos fatos. Sendo assim, constatei que os alunos carecem de um contato tanto de jogos quanto de histórias.
Segundo Braslavsky (1993), os jogos e histórias devem estar presentes no cotidiano escolar, pois favorece a aprendizagem através do interesse que as crianças têm pelos mesmos. Mas há que se ter em mente que as aulas sejam de acordo com seus planos e que sejam uma forma de incentivo ao aluno e que o professor tenha uma preparação antes fazendo com que o aluno se sinta motivado na aplicação da atividades em sala . Dessa maneira, será necessário trabalhar as histórias infantis com a turma observando que é um forma de despertar o gosto pela leitura, pois as histórias infantis dão um certo significado para a vida, tudo que envolve a criança e que mexe com a imaginação e desenvolve um poder de expressão bastante considerável, favorecendo inclusive a oralidade de nossos pequenos educando, que dão muita importância a tudo que envolve o lúdico e que dá prazer.
Sendo necessário levar ao conhecimento das crianças as histórias infantis, pois estas propiciam um ato imaginativo, criativo, e a própria concentração dos alunos, o que faz comque compreendam melhor certos conhecimentos e aprendam com prazer e satisfação. Tenho plena convicção de as histórias serão de extrema importância para um desenvolvimento integral das crianças, tanto cognitivo quanto afetivo.
Portanto, vou me empenhar em estudar materiais, informações, que dizem respeito às histórias infantis, para ofertar as crianças momentos de aprendizagem com muita magia e descontração. Contribuindo para a formação de indivíduos únicos, pois cada ser tem sua individualidade que deve ser respeitada, ampliando e enriquecendo as experiências dos educandos.

METODOLOGIA

As atividades serão realizadas através de texto educativos envolvendo histórias infantis e suas fantasias realizaremos  pesquisa na internet de autores e sobre sua biografia autoral, beneficiar sobre sua produções envolvendo a leitura em grupo para a discussão do tema pelos alunos para que posteriormente eles possam desenvolver desenhos e parodias  e realizar trabalhos com vídeos de suas apresentações dentro da comunidade escolar, para serem avaliado através de uma enquete  para valorizar o trabalho realizado no decorrer das  suas produções finais   na escola . Oportunidades de poder ler e sentir o prazer, compartilhar histórias dos textos explorados  com os amigos, ter acesso fácil aos livros e assim adquirir o hábito pela leitura em sua vida escolar, facilitando o aprendizado e tornando futuros autores e bons leitores.


FORMULAÇÃO DO PROBLEMA

¨Mais que se aprender a ensinar a ler, há que se ler...”(KRAMER,2001:197). Até que ponto a partir de histórias infantis, podemos contribuir no processo de aprendizagem das crianças da na 1ª e 2º da  séries iniciais da escola João Batista Pacheco.


RESIVÃO DA LITERATURA

Para silva (2005,p33) a formação do professor deve ser continua, incessante e permanente no horizonte de dois compromissos básicos um com o conhecimento e outro com a dinamização desse conhecimento unido a diferentes grupos de alunos, ou  seja, tanto do nível de conhecimento teóricos quanto no que se refere à aplicação prática de nova teorias. Ele deve ter consciência das mudanças que ocorrem como o passar do tempo e de suas conseqüências.
Para Bettelheim (1903 – 1990), nenhum tipo de leitura é tão enriquecedor e satisfatório do que os contos de fadas, pois eles ensinam sobre os problemas interiores dos seres humanos e representam soluções em qualquer sociedade. Ou seja, a fantasia ajuda a formar a personalidade e por isso não pode faltar na educação.¨(Revista Nova Escola, novembro de 2005:.54)
O professor tem um papel mediador no processo de ensino/aprendizagem, levando em conta o processo de contar histórias infantis. Sendo necessário que o educador saiba selecionar bem todo material que irá apresentar para os alunos, eliminando enredos longos e complicados, pois podem trazer enfado e desinteresse dos educandos, no momento da contação de histórias ou mesmo na leitura individual, através dessas mesmas histórias.
Os contos de fadas são excelentes matérias para serem trabalhados, pois propiciam uma ação significativa, fazendo o aluno se envolver na história e aumentar seu poder imaginativo e até mesmo sonhador, que muitas vezes acaba ficando internalizado, talvez, devido a um trabalho mal dirigido. Por isso, como futura pedagoga, deve levar em conta todas as potencialidades e também o contexto histórico social no qual o aluno está inserido.
O indivíduo é ativo em seu próprio processo de desenvolvimento:
O ato da leitura é de extrema importância tanto no ambiente escolar quanto no ambiente familiar, pois faz com que a criança se veja em um mundo de leitura e que esta faz parte de sua vida cotidiana, e não como algo distante. Por isso o educador deve propiciar momentos (muitos) que envolvam o ato da leitura, não com o objetivo de apenas decodificar o código escrito, mas principalmente, de interagir com o livro/leitura, e sentir prazer neste ato que deve ser realmente, prazeroso, tanto para quem lê quanto para quem escuta. É necessário que o professor demonstre interesse pelo livro/leitura em todos os momentos, para que sirva como exemplo para a criança, que é um imitador nato de atos e atitudes.
Paulo Freire (2001), afirma que somos leitores do mundo antes de sermos leitores da palavra. Sendo necessário que os educandos entendam que cada objeto tem um significado, ou seja, que tudo que nos rodeia tem que ter e fazer sentindo.
Portanto o processo de alfabetização deve levar em conta a realidade na qual o indivíduo está inserido, e não como mero ato de memorização de determinados objetos (soltos), que não leva ao conhecimento deste.
A alfabetização e conscientização são os dois momentos essenciais no processo educativo, momentos que tem implicações marcantes, no âmbito social e político. Para Freire o processo educativo depende essencialmente da liberdade do educando. É dessa liberdade que o educando de ser motivado para uma participação critica no processo educativo levando em á conscientizarão quanto ao significado real das situações vividas pelo educando
“Não é porque o professor ensina, que o aluno automaticamente aprende. Aprender depende muito da historia de cada aprendiz, seus interesses, de seu metabolismo inletectual” ( CAGLIARI, 1998, p. 37)
BIBLIOGRÁFICA

ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

ANDERSEN, Hans Christian. O Patinho Feio. 9ª ed. Melhoramentos.

Cachinhos Dourados. Coleção: Contos Clássicos – editora de ilustrações.

CAGLIARI, LUIZ CARLOS. Alfabetização & Ling6uística. São Paulo: Editora Scipione Ltda, 1991. 3ª edição.

CAGLIARI, LUIZ CARLOS. Alfabetizaçãosem bá-bé- bi- bó- bu. São Paulo: Scipione, 1998.

COELHO, Betty. Contar histórias uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1986.

COELHO, Nely Novaes. A Literatura Infantil. 4ª ed. São Paulo: Quíron,1997.

DUARTE, Newton. Educação escolar, teoria do cotidiano e a escola de Vygostsky: Campinas - SP, 1996.

Horas de Ouro: uma diversão maravilhosa – DE PONTO EM PONTO. EDIÇÕES
DE OURO

FREIRE, Paulo. A Importância do Ato de Ler: em três artigos que se completam

KRAMER, Sônia. Alfabetização e Escrita. 1ª ed. São Paulo: Ática, 2001.

REGO, Tereza Cristina. Vygotsky: uma perspectiva cultural da educação. 4ª ed.  Petrópolis – RJ: Vozes, 1995.

SILVA, E. T.  da . A produção da leitura na escola. São Paulo: Atica, 2005.

VYGOTSKY, Lev.: tradução – Jeferson Luiz Camargo. Pensamento e Linguagem. 2ªed. São Paulo, 1969.

ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 2ª ed. São Paulo: Globo,
1985.

REVISTA Nova Escola/ setembro de 2005: 52 – 55.

REVISTA Nova Escola/ novembro de 2005: 59 e 60.